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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Pretty Maids - Future World [1987]


Ainda lembro muito bem a primeira vez que escutei esse álbum, aquele que me apresentou a essa maravilhosa e injustiçada banda dinamarquesa. Foi um misto de euforia e surpresa indescritível. Afinal de contas, poucos grupos sabem fazer o que o Pretty Maids faz. Misturar o peso das guitarras do Heavy Metal com melodias puramente Hard e algumas pitadas de AOR nos teclados é trabalho de quem é mestre mesmo. Como a Wikipedia em inglês define, uma mistura entre Europe e Running Wild. Estranho, não? Bem, embora não seja uma descrição perfeita, pode ser um início para quem não está familiarizado com o som dos caras.

Future World é o segundo full-lenght da carreira do conjunto. O trabalho é considerado como aquele que define o estilo da banda, misturando momentos agressivos com momentos mais acessíveis. Gravado em New York, o play contou com a produção do monstro sagrado Eddie Kramer (KISS, Jimi Hendrix, Led Zeppelin e outras trezentas lendas do Rock). O objetivo era conectar o grupo ainda mais com os fãs norte-americanos, que passaram a prestigiá-los desde a excursão abrindo para o Black Sabbath, um ano antes. Como os ingleses passavam por um momento difícil, graças à instabilidades internas, os dinamarqueses literalmente roubaram a cena.

A faixa-título dá início ao massacre com seu peso e agressividade. “We Came to Rock” prossegue os serviços naquele Rock de arena perfeito para enlouquecer uma platéia em um show, enquanto a bela “Love Games” evidencia o lado mais comercial do grupo, com uma melodia simplesmente fantástica, que a gente ouve uma vez e não esquece mais. A climática “Yellow Rain” vem na seqüência, numa execução de deixar qualquer um boquiaberto. “Loud N’ Proud” traz toda a inocência lírica do Metal oitentista, abrindo espaço para a festeira “Rodeo” e a porrada de “Needles in the Dark”. A balada “Eye of the Storm” e a Hard “Long Way to Go” fecham com chave de ouro esse disco magistral.

Bom, como visto, citei todas as faixas. E não podia ser diferente, pois o que temos aqui é simplesmente um clássico do Hard/Heavy da década de 1980. Daqueles trabalhos que marcam época e se tornam referência para as futuras gerações. Não é por menos que vários grupos que hoje fazem a história citam o Pretty Maids como influência. Aliás, basta ouvir um pouco a voz de Ronnie Atkins para saber de onde vem a inspiração maior de um certo Hansi Kürsch. O grupo segue até hoje na ativa, sem a mesma popularidade de outros tempos, mas com uma base fiel de fãs e ainda lançando bons álbuns.

Nota mil para esse disco! Baixem agora!!!

Ronnie Atkins (vocals)
Ken Hammer (guitars)
Allan DeLong (bass)
Phil Moorhead (drums)
Alan Owen (keyboards)

01. Future World
02. We Came to Rock
03. Love Games
04. Yellow Rain
05. Loud N’ Proud
06. Rodeo
07. Needles in the Dark
08. Eye of the Storm
09. Long Way to Go

95 MB
320 kbps

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Bad Religion - The Empire Strikes First [2004]

Conhecida como uma das mais conhecidas e veneradas bandas de punk rock, o Bad Religion, depois da sacanagem que foi The Process Of Belief [2002], voltou para as profundezas do estúdio gravar o album que eu considero um dos melhores do estilo: The Empire Strikes First. A banda formada pelo vocalista Greg Graffin, os guitarristas Greg Hetson, Brian Baker e Brett Gurewitz juntamente com o baixista Jay Bentley e o baterista Brooks Wackerman destilam a sua insatisfação pelo governo e outros assuntos (como religião), como já havia citado Gurewitz numa entrevista, toda a raiva provocada pelo governo Bush serviu de inspiração para que a banda californiana lançasse 14 indefectíveis canções.

Dizer que esse album não é perfeito é uma completa sacanagem, porém devo destacar a porrada de ''Sinister Rouge'', a ácida e questionadora ''Atheist Peace'', a bacana e mais descontraída ''Los Angeles Is Burning'', a já clássica ''God's Love'', a excelente faixa-título e especialmente a canção ''Boot Stamping On A Human Face Forever'', que teve o título retirado de uma citação do também maravilhoso livro 1984 de George Orwell.

A fusão da melodia com a rispidez do punk rock é que dá forma ao que o Bad Religion é hoje, notavelmente por ter um som marcante e muito bom de se ouvir, além de possuir letras que tanto criticam como questionam temas políticos e sociais de forma consistente. O verdadeiro punk rock ativista e, ainda sim, atual.
Um ótimo download!

Tracklist:
01 - Overture
02 - Sinister Rouge
03 - Social Suicide
04 - Atheist Peace
05 - All There Is
06 - Los Angeles Is Burning
07 - Let Them Eat War
08 - God's Love
09 - To Another Abyss
10 - The Quickening
11 - The Empire Strikes First
12 - Beyond Electric Dreams
13 - Boot Stamping In A Human Face Forever
14 - Live Again (The Fall Of Man)

Line-up:
Greg Graffin - Vocais
Greg Hetson - Guitarra
Brian Baker - Guitarra
Brett Gurewitz - Guitarra, backing vocal
Jay Bentley - Baixo, backing vocal
Brooks Wackerman - Bateria
David Bragger - violino em ''Atheist Peace''
Mike Campbell - guitarra adicional em ''Los Angeles Is Burning''
Slug - vocal em ''Let Them Eat War''
John Ginty - Hammond B-3 em ''Los Angeles Is Burning''
Leopold Ross - Sonic Alienator (???) em ''Beyond Electric Dreams''
Claude Same - vocais líricos em ''Sinister Rouge''

Download: Bad Religion - The Empire Strikes First [2004]

By Alvaro Corpse

Confederate Railroad - Confederate Railroad [1992]

Uma das mais importantes bandas no cenário do Southern Rock, sem dúvidas é o Confederate Railroad, que fez um estrondoso sucesso nos Estados Unidos no início dos anos 90, lançando hits em cima de hits e tocando incansavelmente nas rádios, mesmo que aqui no Brasil, eles não sejam tão conhecidos.

Este baita debut auto intitulado é o maior sucesso do grupo, que lançou mais singles e que mais tocou nas rádios, sendo uma chuva de hits, como "She Took It Like a Man", "Queen Of Memphis", "Jesus And Mama", "When You Leave That Way You Can Never Go Back", "Trashy Women" e "She Never Cried", e não, você não está enganado, todas essas canções foram hits e são lembradas com carinho até hoje por fãs de Country e Southern Rock.

O som é aquele Southern Rock sacana e bem humorado, com pesadas doses do famoso Outlaw Country, com aqueles refrães para cantar erguendo uma caneca de cerveja, enquanto estamos no bar com os amigos, ou durante uma festinha bacana. Também é ótimo pra fazer aquela sacanagem com a namorada, ou para tocar no violão e deixar as menininhas molhadinhas. (risos)

O álbum foi 2 vezes multi-platinado e permaneceu um bom tempo no 7º lugar do ranking de álbuns Country da Billboard, e fez bastante sucesso pelo Canadá também, ficando um bom tempo como 19º lugar, marcas impressionantes para um grupo do estilo na época, já que todos só tinham olhos para o Rock Alternativo que dominava tudo na época.

Bem, acho que com tantos hits assim, nem vou precisar destacar nada, e afirmo com tranquilidade, que este disco aqui é aquele que ganha 6 estrelas entre 5 possíveis, viciante e próprio pra ouvir a qualquer momento. Se quiser tirar a prova, baixe! :P

1. She Took It Like A Man
2. Long Gone
3. Jesus And Mama
4. Time Off For Bad Behavior
5. She Never Cried
6. Black Label, White Lies
7. When You Leave That Way You Can Never Go Back
8. Queen Of Memphis
9. You Don't Know What It's Like
10. Trashy Women

Download (50MB ~ 320kbps)

Bruno Gonzalez


Gotham City – The Legend of Gotham City [2005]

Não é a capa original!

Um dos grupos mais cultuados do Heavy Metal sueco de todos os tempos, o Gotham City foi formado na cidade de Umeå, em 1980, e se desmembrou em 1987. Sua discografia inclui um single (“Gotham City”, de 1982), um EP (“Black Writs”, de 1983) e um único full-lenght (“The Unknown”, de 1984) além de algumas demos mais obscuras e material não-oficial gravado ao vivo. Em sete anos de existência o grupo contou com uma quantidade significativa de músicos, dentre os quais se destaca o vocalista Anders Zackrisson, que o público metaleiro deve conhecer graças a seus trabalhos posteriores junto ao Nocturnal Rites.

Pois bem, na postagem de hoje eu apresento a coletânea “The Legend of Gotham City”, que reúne toda a obra da banda em um único CD com pouco mais de 75 minutos de duração. O som é tipicamente oitentista, com guitarras cavalgadas distorcidas até o talo, pegada forte na bateria – principalmente nos pedais, quase sempre duplos – e aquela produção tosca ao extremo, como mandava o figurino da época. Como cada música aqui tem seu traço marcante – seja um riff, um refrão ou um solo – não tem como fazer destaques. Espero que a minha palavra seja suficiente para você clicar em “DOWNLOAD” logo ali embaixo.

01. Monsters of Rock
02. 1995
03. The Coven
04. Black Writs
05. Born to Rock Hard
06. In Vino Veritas
07. Swords and Chains
08. The Beast Will Burn
09. See How It Flies
10. Ravage in Town
11. Going Insane
12. Battle Blade
13. Learn from Your Leaders
14. Borderline
15. The Unknown...
16. Gotham City
17. Killer Angels

Faixas 01 a 06 – “Black Writs” EP
Faixas 07 a 15 – “The Unknown” Album
Faixas 16 e 17 – “Gotham City” Single

Ola Ohlsson – Vocais em 01, 02, 03, 04, 05, 16 & 17
Anders Zackrisson – Vocais em 07, 08, 09, 10, 11, 12, 13, 14 & 15
Mårten Edlund – Guitarra
Björn Erik Melander – Baixo; Violão em 06
Jonas Östman – Bateria

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69,76 MB ~ 128 kbps

мєαиѕтяєєт

Pearl Jam – Backspacer [2009]

2009 foi o ano dos lançamentos e de todo mundo que estava meio sumido aparecer. Não foi diferente com o Pearl Jam, que lançou o seu novo álbum de inéditas mais ou menos na mesma época que os “Circles” do Bon Jovi e do Creed.

Do mesmo produtor do álbum “Yield” (1998), Brendan O’brien, “Backspacer” foi lançado em Setembro de 2009, alcançando logo de cara o 1º lugar no Top 200 da Billboard e vendeu 350 mil cópias na primeira semana, sendo 275 mil nos dois primeiros dias; desta forma, vindo a ser mais bem sucedido que os álbuns mencionados acima. Apesar de que, em minha opinião, no que tange a Rock N’ Roll, o álbum do Creed é infinitamente melhor.

A faixa “The Fixer” concorreu como Melhor Música Rock na 52ª Edição do Grammy (2009), ocorrido no último dia 31/01/2010, estando no páreo com "I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight" - U2; "21 Guns" - Green Day; "Working On A Dream" - Bruce Springsteen e "Use Somebody" - Kings Of Leon, perdendo para esta última.

Este álbum traz um novo som, bem diferente do Grunge do início. Tá moderninho, sabe? A própria “The Fixer” é bem animada e contemporânea. Agrada muito aos meus ouvidos! Nem parece o Pearl Jam intimista de outrora! Quer vender? Tem que se adequar às tendências. E é isso que você pode esperar desse novo CD; totalmente adequado às tendências atuais.

A “tracklist” é aberta com “Gonna See My Friend”, seguida de “Got Some”; duas faixas que seguem o estilo pra frente de “The Fixer”. Seguindo a fórmula usual da maioria das bandas, o CD é equilibrado com faixas agitadas e as famosas baladas, nas quais podemos citar “Just Breath”, “Speed of Sound” e “The End” que encerra o álbum. Essas duas últimas são muito bonitas e são as que eu mais apreciei no álbum todo. Pra não dizer que não há nada da década de 90 nesse álbum, "Amongst The Waves" tem um riff que lembra as canções mais antigas.

Mas, na boa? Nem parece o Pearl Jam do álbum “Ten”; mas, como quem vive de passado é museu, o Pearl está aí com esse som moderno e diferente, caindo fora de vez da mesmice.

A banda de Seattle é umas das poucas do movimento Grunge a subsistir até hoje, apresentando trabalhos inéditos sem intervalos muito longos, fazendo shows ao redor do globo e mantendo o mesmo sucesso... pelo menos o de venda!

Conferi e gostei. Now it is up to you!

Eddie Vedder – guitarra e vocais
Stone Gossard – guitarra
Jeff Ament – contrabaixo
Mike McCread – guitarra
Matt Cameron – bateria e percussão

Faixas

01. Gonna See My Friend
02. Got Some
03. The Fixer
04. Johnny Guitar
05. Just Breathe
06. Amongst the Waves
07. Unthought Known
08. Supersonic
09. Speed of Sound
10. Force of Nature
11. The End

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75.59 MB

LYN

Angels of Babylon - Kingdom of Evil [2010]


Os cultuadores mais fiéis do Megadeth podem acabar tomando um susto ao ver que o ex-baixista do grupo, David Ellefson juntou-se ao antigo baterista do Manowar, Kenny “Rhino” Edwards para fazer um trabalho troo from hell. Afinal, até o nome da banda já faz o ouvinte esperar que guerreiros do Metal montados em seus dragões alados saiam pelo alto-falante para lutar em uma guerra sagrada contra “o inimigo” (que na maioria esmagadora das letras do estilo, nunca é nomeado). Bom, a banda até que segue essa linha mesmo, mas não chega a extremos dentro do estilo. Sendo assim, espere um som com orquestrações de fundo e uma veia bem climática. Por outro lado, a coisa não é tão melódica, o peso se mantém na linha de frente.

Essa é a proposta do Angels of Babylon em seu primeiro álbum. O disco já abre com Rhino espancando seu instrumento em “Conspiracy Theory”, uma bela maneira de começar. Outros destaques vão para a bela e soturna melodia de “Night Magic”, a cadenciada “Tarot”, com forte influência de Black Sabbath e a faixa que dá título ao play, que começa com uma fantástica introdução no violão e segue num Metal dos bons até sua metade, quando retorna um momento pomposo, seguido por um belo solo de guitarra. A tradicional balada comparece de maneira brilhante em “Tear Out My Heart”, melhor música, emocionante e com peso na medida certa.

Fãs de Megadeth, vão devagar. O som aqui vai por uma veia diferente do Heavy Metal praticado pela banda. Portanto, se esperam músicas no melhor estilo David “Bebê Chorão” Mustaine, vão quebrar a cara. Admiradores de Manowar, idem. O negócio aqui não é tão “Hail!”, embora algumas influências sejam facilmente perceptíveis em vários momentos. Por outro lado, se o que importa para você é música boa, independente do gênero, vai com fé, irmão!

EDIT: E na noite passada, após o post ter sido programado, foi anunciada a volta de Ellefson à Mustaine's Band. Mais uma prova de que não tem xingamento à mãe que não seja apagado por um polpudo depósito financeiro na conta. E ele tá errado? Que nada, já diria Brian Johnson: "Moneytalks"!!!

David Fefolt (vocals)
Ethan Brosch (guitars)
David Ellefson (bass)
Kenny Earl "Rhino" Edwards (drums)

01. Conspiracy Theory
02. Apocalypse 2012
03. Night Magic
04. Tear Out My Heart
05. Oh How The Mighty Have Fallen
06. Tarot
07. Kingdom Of Evil
08. The Remnant
09. Angels Of Babylon
10. Second Coming

104 MB
320 kbps

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Rotting Christ – AEALO [2010]

Três anos após o aclamado “Theogonia”, o Rotting Christ está de volta com “AEALO”, cujo lançamento oficial se dará no próximo dia 15 através do selo Season of Mist. Em seu décimo álbum de estúdio, cujo nome significa “catástrofe” por conta do conteúdo das letras, o quarteto originário da Grécia novamente funde a sonoridade sofisticada e por vezes atmosférica de seus lançamentos mais recentes com passagens mais cruas e sombrias que remetem aos primórdios da banda.

Compositor e arranjador de mão cheia, Sakis pela terceira vez consecutiva se aventura como produtor. E não é preciso dizer que, a exemplo de “Sanctus Diavolos” (2004) e “Theogonia” (2007), o líder do grupo fez um ótimo trabalho. Cantando então nem se fala. O mais velho dos irmãos Tolis possui um estilo vocal muito próprio, o que garante interpretações arrasadoras do início ao fim do play. Ressalto também as atuações de Themis, Giorgios Bokos e Andreas Lagios, que constituem uma das melhores formações que a banda já teve.

Em “AEALO”, o Rotting Christ reafirma ser um dos mais importantes e inovadores nomes do Black Metal mundial. Download obrigatório!

01. AEALO
02. Eon Aenaos
03. Demonon Vrosis
04. Noctis Era
05. dub-sag-ta-ke
06. Fire Death And Fear
07. Nekron Lahes...
08. ...Pir Threontai
09. Thou Art Lord
10. Santa Muerte
11. Orders From The Dead (Diamanda Galas Cover)

Sakis Tolis – Vocais; Guitarra; Teclados
Themis Tolis – Bateria
Giorgios Bokos – Guitarra
Andreas Lagios – Baixo

Músicos adicionais:
Magus – Vocais
Alan A. Nemtheanga – Vocais
Diamanda Galas – Vocais em “Orders From The Dead”

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69,04 MB ~ 192 kbps

мєαиѕтяєєт

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Boston - Don't Look Back [1978]

Nos anos 70, as bandas de Hard Rock estavam totalmente em alta, e o Boston era mais uma dessas, e fazia um grande sucesso tocando músicas divertidas, com músicos virtuosos e letras cheias de carisma, claro, com uma direção mais Pop, o que veio a influenciar muitíssimas bandas do chamado AOR, algum tempo depois.

Depois do sucesso do disco auto-intitulado, eles precisavam de mais hits para continuar por cima, e em "Don't Look Back", a coisa fluiu muitíssimo bem, embora alguns problemas com o manager Paul Ahem tenham acontecido pouco antes do início das gravações.

Mas o que temos aqui, mais uma vez, é um grande clássico do Rock, que embalou muitas festinhas e muitos jovens da época, com músicas agradabilíssimas de se ouvir, e, sem dúvidas, ótimas não só para embalar festinhas, mas também para se ouvir à dois, já que temos boas músicas românticas por aqui também.

A direção pop que o Boston tinha na época, era, com certeza, o que os diferenciava das outras bandas, deixando as músicas muitíssimo mais acessíveis para qualquer tipo de público, onde quer que fosse. Já ouvi relatos de pessoas que viveram aqui no Brasil e diziam que o Boston era indispensável em qualquer ocasião entre os amigos.

A genialidade de Tom Scholz mais uma vez está presente, assinando todas as composições, com exceção da faixa "Used To Bad News", que foi escrita pelo vocalista Brad Delp. Ele também faz um ótimo trabalho na guitarra, junto com o grande Barry Goudreau (o bigodudo do Orion The Hunter, risos).

Os destaques, por sua vez, além dos hits "Feelin' Satisfied" e da faixa título, temos as ótimas "Feelin' Satisfied", "Party", a baladona "A Man I'll Never Be" e "Don't Be Afraid".

Enfim, pessoal, se vocês gostam de boa música, aqui está um discaço!

1. Don't Look Back
2. The Journey
3. It's Easy
4. A Man I'll Never Be
5. Feelin' Satisfied
6. Party
7. Used To Bad News
8. Don't Be Afraid

Brad Delp - Vocais
Tom Scholz - Guitarra, teclados
Barry Goudreau - Guitarra
Fran Sheehan - Baixo
Sib Hashian - Bateria

Download (31MB ~ 128kbps)

Bruno Gonzalez


Bryan Adams - You Want It You Got It [1981]


Bryan Adams é um grande cantor, ganhou vários prêmios e várias indicações, está entre os mais bem sucedidos e maiores artistas canadenses de todos os tempos, já vendeu cerca de 75 milhões de álbuns e 30 milhões de singles. A carreira de Bryan Adams se divide em duas fases: anos 80 que era uma música mais próxima do rock e anos 90 que era uma música mais romântica.

You Want It You Got é o segundo álbum e teve grandes hits como “Lonely Nights”, “Coming Home”, “Fits Ya Good” e “You Want It You Got It”. Foi o álbum que impulsionou o sucesso do cantor, aumentando as bases para o próximo álbum.

É um trabalho excelente que Bryan fez com seus companheiros e que ele mostra todo o seu talento. Um som muito agradável com belas letras e belas harmonias. Quem curte uma boa música com certeza vai gostar desse álbum!

1. Lonely Nights
2. One Good Reason
3. Don't Look Now
4. Coming Home
5. Fits Ya Good
6. Jealousy
7. Tonight
8. You Want It You Got It
9. Last Chance
10. No One Makes It Right

Bryan Adams - guitars, piano, vocals
Mickey Curry - drums
Jamie Glaser - guitars
Tommy Mandel - keyboards, organ, synthesizer
Jimmy Maelen - percussion
G.E. Smith - guitars
Brian Stanley - bass
Jonathan Gerber - saxophone
Cindy Bullens - background vocals

DOWNLOAD - (35, 9 mb - 128 kbps)

Nilo


AC/DC – Iron Man 2 [2010]

Novidade chocante na área! Aqui está a trilha sonora do filme “Homem de Ferro 2”, que nada mais é do que uma coletânea com 15 petardos do AC/DC selecionados à partir de dez de seus álbuns de estúdio. No repertório, clássicos imortais tanto da fase Bon Scott quanto da fase Brian Johnson, como “Back in Black”, “Highway to Hell” e “T.N.T.” dividem espaço com canções mais obscuras, de ambas as fases também, como “If You Want Blood (You’ve Got It)” e “Evil Walks”. Para completar, até “Black Ice”, o mais recente trabalho dos australianos se faz presente aqui com a estonteante “War Machine”.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o AC/DC foi responsável por fazer uma trilha sonora de filme. Há vinte e quatro anos atrás a música dos irmãos Young serviu de plano de fundo para as cenas de matança trash do filme “Comboio do Terror”, de Stephen King, resultando no álbum “Who Made Who”. “Homem de Ferro 2” está previsto para chegar aos cinemas de todo o mundo no próximo dia 28 de abril. Já o CD com a trilha sonora chegará às lojas mais cedo, no próximo dia 19 de abril. Mas pra quê esperar até lá? Baixe agora mesmo!

01. Shoot to Thrill
02. Rock 'N' Roll Damnation
03. Guns for Hire
04. Cold Hearted Man
05. Back in Black
06. Thunderstruck
07. If You Want Blood (You've Got It)
08. Evil Walks
09. T.N.T.
10. Hell Ain't a Bad Place to Be
11. Have a Drink on Me
12. The Razor's Edge
13. Let There Be Rock
14. War Machine
15. Highway to Hell

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146,53 MB ~ 320 kbps

мєαиѕтяєєт

James Iha - Let Come It Down [1998]


Acho que alguns já leram o nome James Iha aqui no blog, afinal a minha paixão pelo Smashing Pumpkins já rendeu 4 posts aqui no blog. Mas se você acha que o disco aqui presente se trata de algo parecido com a banda anterior de James, é ae que você se engana meu caro.

Sendo esse seu único trabalho solo, James mostra seu lado mais, digamos ''relax'', deixando de lado toda a agressividade de suas bases e solos no Smashing Pumpkins. Alcançando um relativo sucesso e com boas críticas, James fez alguns shows, mas não conseguiu nada mais do que isso, tendo sua imagem sempre remetida a sua antiga banda.

Sobre o som em questão, temos um disco para se ouvir no carro em uma viagem, ou na volta para casa após um dia cheio, com músicas calmas e excelentes para esquecer dos problemas. James mostra que manda muito bem nos vocais também, além de confirmar sua habilidade nas cordas com uma pega mais acústica que só reforça a calmaria que todo o disco guarda.

Discão para começar a semana com o pé direito!

1 - Be Strong Now
2 - Sound of Love
3 - Beauty
4 - See the Sun
5 - Country Girl
6 - Jealousy
7 - Lover, Lover
8 - Silver String
9 - Winter
10 - One and Two
11 - No One's Gonna Hurt You

Formação:
James Iha - vocal, guitarras e baixo
Neal Casal - guitarras
Solomon Snyder - baixo
Matt Walker - baquetas




sueco


Mourning Widows – Discografia [1998 – 2000]

Junte uma dose de “Hard” com uma de “Heavy”; acrescente duas doses de “Funk” e meia de “Psicodélico” e ainda, uma de “Contemporâneo”. Misture tudo, agite bem e você terá MOURNING WIDOWS.

A “Viúvas de Luto”, nome curioso inspirado por uma pintura numa parede de uma igreja católica de Portugal, país natal do leading vocal e guitarrista Nuno Bettencourt (de cabelos curtos!), é a primeira banda fundada por ele após a dissolução do Extreme em 1996.

Após excursionar com o CD Schizophonic (1997), Nuno tinha a idéia fixa de formar uma tão esperada banda após o término do Extreme. A intenção era formar um trio de Heavy-Funk que de início contou com ele, seu sobrinho Donavan e Mike Mangini, um ex-baterista do Extreme (antes de Paul Geary).

Ainda sem nome na época, a banda se apresentou na Convenção London Mad About Music em Junho de 1998, entretanto, logo depois, Mike deixou o grupo devido a não adequação de agenda entre seus dois trabalhos, pois paralelamente estava excursionando com Steve Vai.

Rompido com a gravadora A&M devido ao insucesso de vendas do Schizophonic, Nuno assinou com a gravadora japonesa Polydor e entrou em estúdio junto com o sobrinho para a gravação do primeiro álbum. Com exceção do contrabaixo, que ficou por conta do outro Bettencourt, os demais instrumentos foram todos tocados por Nuno, porém, como ele queria que o projeto fosse reconhecido como uma banda e não como outro CD solo, deu os crédito da bateria ao imaginário “Billy Vegas” - Fala sério!

Com um som que em nada lembra o Extreme, lançaram seu álbum début, de nome também Mourning Widows, no Japão em 16/12/1998 que vendeu aproximadamente 45.000 cópias logo no primeiro mês.

Antes de iniciar uma turnê seria necessário encontrar um baterista e o método encontrado foi fixando cartazes em lojas especializadas em artigos musicais e escolas de música em Boston e Nova York, à procura de um batera que tocasse Hard e Funk. Foram recebidos diversos “demotapes”, porém apenas um foi chamado para audição. Em fevereiro de 1999, Jeff Consi juntou-se à trupe e assim o trio estava formado... acreditem, esse batera é realmente bom!

Funk, Hard, Heavy, Contemporâneo e um pouquinho Psicodélico, destacam-se no primeiro álbum as faixas “And the Winner Is”, “Over and Out”, “The Air That You Breath” que é muito doida, “All Automatic” que tem uma introdução falada mega engraçada, “Sex In A Jar” e a instrumental “Love Is A Cigarrete”.

Em 14/07/2000, o segundo e derradeiro álbum – “Furnished Soul for Rent” – foi lançado também no Japão. No mesmo estilo que o anterior, porém um pouco mais pesado, destacam-se as faixas “Furnished Soul For Rent”, “No Regrets”, “Upsidedownside”, “Monkey Paw”, “667” que é muito boa, especialmente a bateria e “Fuck You” a qual o nome já diz tudo.

Após algumas tours, a banda acabou e Nuno partiu para um novo projeto; uma nova banda chamada Population 1. Mas, isso já é uma outra história... fica pra próxima!

Esse é um som moderno e característico de um cara grandiosamente talentoso, multifuncional, que não se importa nem um pouco com rótulos e musicalmente falando só faz aquilo que gosta, que quer, quando quer e com quem deseja, afinal de contas... ELE PODE!

Vale conferir!

MOURNING WIDOWS [1998]

Nuno Bettencourt – vocal e todos os instrumentos, exceto contrabaixo.
Donavan Bettencourt – contrabaixo.

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Faixas:

01 – And The Winner Is
02 – Hotel Asylum
03 – Love Is a Cigarette (Guitar Solo Version)
04 – Over And Out
05 – The Air That You Breath
06 – True Love In the Galaxy
07 – All Automatic
08 – Paint The Town Red
09 – The Temp
10 – I Wanna Be Your Friend
11 – Too Late
12 – Sex In A Jar
13 – Hop The Train

72.79 MB

FURNISHED SOUL FOR RENT [2000]
Nuno Bettencourt – guitarra e leading vocal.
Donavan Bettencourt – contrabaixo e backing vocal.
Jeff Consi – bateria e backing vocal.

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Faixas:

01 – Furnished Soul For Rent
02 – No Regrets
03 – Upsidedownside
04 – Monkey Paw
05 – 667
06 – Space
07 – Swing
08 – Fuck You
09 – War Paint
10 – Angerexia

52.56 MB

LYN

Capricorn – Sheyla [1987]

Raridade na área! Para quem não sabe o Capricorn foi a primeira banda do vocalista Mats Léven, que creio eu, dispense maiores apresentações aqui na Combe. Outro músico de renome revelado aqui foi o baterista Jamie Borgar, famoso por suas contribuições com Treat (onde reencontrou Léven), Talisman e Last Autumn’s Dream. Os outros foram condenados ao esquecimento.

O que temos aqui é o único single do Capricorn, lançado em 1987 pelo selo Private. Reza a lenda que apenas 500 cópias foram produzidas na época. Ao todo duas músicas que são o mais puro Melodic Rock sueco com muita ênfase nos teclados. Tanto “Sheyla” quanto seu lado B “The Silent Cry” são mais do que recomendadas para os fãs e admiradores do gênero. Podem baixar sem medo!

01. Sheyla
02. The Silent Cry

Mats Léven – Vocais
Anders Ericson – Guitarra
Anders Skoog – Teclados
Ulf Jansson – Baixo
Jamie Borgar – Bateria

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11,05 MB ~ 192 kbps

мєαиѕтяєєт

Bon Jovi - Donington Overruled Perfectly [1987]


Para me redimir das críticas que fiz ao absurdo do fraquíssimo último disco deles ter sido escolhido o melhor do ano passado pelos passageiros da Combe – numa prova incontestável que o pessoal gosta de marca, não de produto – aqui vai um bootleg de tempos mais gloriosos. A edição de 1987 do Castle Donington Monsters of Rock contou com uma escalação 100% norte-americana, fato que causou polêmica na imprensa especializada inglesa. De qualquer modo, Cinderella, W.A.S.P., Anthrax, Metallica e Dio marcaram presença no autódromo de Donington Park, no dia 22 de agosto, tocando para um público estimado em 60 mil pessoas.

Mas a atração principal da noite seria o Bon Jovi, que dominava as paradas graças ao estrondoso sucesso de seu terceiro álbum, Slippery When Wet. Nessa época, a banda ainda não contava com uma repulsa tão grande por parte dos headbangers mais radicais, já que seu som se encaixava perfeitamente no Hard Rock então vigente. Sendo assim, a platéia correspondeu à performance energética do grupo, que mandou ver sons como “Raise Your Hands”, “I’d Die For You” e “Let it Rock”, além dos sucessos que hoje são clássicos, como “You Give Love a Bad Name”, “Livin’ On a Prayer”, “Never Say Goodbye” (que conta com um trecho de “Not Fade Away” dos Rolling Stones em seu começo) e “Wanted Dead or Alive”.

Mas o momento realmente especial, e, porque não, inusitado do show, ocorreu em seu final. Durante as execuções de “Travellin’ Band” e “We’re An American Band”, o grupo contou com três reforços de peso no palco: ninguém menos que Paul Stanley, Dee Snider e Bruce Dickinson – para desespero dos “miguxos of Metal/Bruce é Deus”. Vale mais pelo registro histórico, pois foi claramente algo feito nas coxas, sem muita preparação prévia. A qualidade de áudio é boa. Não é perfeita, até por ser uma gravação da platéia, mas dá para ouvir e curtir tranquilamente. Bem melhor do que ter que escutar o sofrível último disco, pelo menos...

Jon Bon Jovi (vocals)
Richie Sambora (guitars)
Alec Jon Such (bass)
David Bryan (keyboards)
Tico Torres (drums)

CD 1 (63 MB)

01. Pink Flamingo (intro)
02. Raise Your Hands
03. I'd Die For You
04. Tokyo Road
05. You Give Love a Bad Name
06. Wild in the Streets
07. Not Fade Away/Never Say Goodbye
08. Livin' On a Prayer

CD 2 (93 MB)

01. Let it Rock
02. Richie Sambora guitar solo
03. Tico Torres drum solo
04. Get Ready
05. Runaway
06. Wanted Dead or Alive
07. Drift Away
08. Travelin' Band
09. We're an American Band

192 kbps

Download CD 1
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Queensrÿche – Operation: Mindcrime [1988]

Curvem-se diante deste aqui! Obra-prima do Queensrÿche, “Operation: Mindcrime” viu a luz do dia em 3 de maio de 1988. Conceitual, o álbum conta a história de Nikki, um drogado que após sofrer uma lavagem cerebral começa a cometer assassinatos em nome de uma suposta organização secreta dedicada à revolução até o ponto em que começa a questionar a natureza de seus atos. Ou seja, uma história que aborda uma vasta gama de assuntos como vício em drogas, radicalismo político e manipulação religiosa; e como cada um desses assuntos está diretamente ligado à frustração da maioria das pessoas com a sociedade contemporânea. É por essas e outras que dezenove anos após seu lançamento “Mindcrime” soa mais atual do que nunca.

Musicalmente falando o álbum beira a perfeição. Inspiradíssimos, Chris DeGarmo e Michael Wilton nos presenteiam com arranjos elegantes, timbres belíssimos e tocando a nota certa no lugar certo em cada solo. A precisão de Eddie Jackson no baixo e de Scott Rockenfield na bateria também é notável. Geoff Tate então nem se fala – aqui é o seu auge, tanto compondo quanto cantando.

Michael Wilton e Chris DeGarmo

Para engrossar o caldo, um VHS intitulado “Vídeo: Mindcrime” foi lançado. Nele é possível conferir os clipes que foram filmados para boa parte das canções do álbum. Uma experiência extraordinária eu diria. Há também o vídeo “Operation: LIVEcrime”, gravado a partir de um show em 1990 onde a banda toca o álbum na íntegra e na ordem e um “Operation: Mindcrime II”, de 2006, que tentou sem muito êxito dar um desfecho à história de Nikki.

Mas a despeito do status de cult que foi adquirindo com o passar dos anos – há quem coloque “Mindcrime” no mesmo patamar de clássicos como “The Wall” (Pink Floyd) e “Tommy” (The Who) – o álbum não foi lá um recordista de vendas e não passou de 1 milhão de cópias, disco de platina segundo os critérios da RIAA. Seus singles também passaram longe da repercussão merecida – apenas “Eyes of a Stranger” e “I Don’t Believe in Love” chegaram a ocupar espaços, ainda que bem modestos, no famoso Hot 100 norte-americano.

Encerro dizendo que faltam palavras capazes de definir o que é este álbum e o que canções como “Breaking the Silence” e a já citada “I Don’t Believe in Love” em especial significam para mim. “Operation: Mindcrime” não é apenas um disco para se ouvir muitas e muitas vezes; é um comprovante de toda a genialidade de cada um dos membros do Queensrÿche, uma das maiores bandas de rock que já caminharam sobre a Terra.

01. I Remember Now
02. Anarchy-X
03. Revolution Calling
04. Operation: Mindcrime
05. Speak
06. Spreading the Disease
07. The Mission
08. Suite Sister Mary
09. The Needle Lies
10. Electric Requiem
11. Breaking the Silence
12. I Don't Believe in Love
13. Waiting for 22
14. My Empty Room
15. Eyes of a Stranger

2003 reissue bonus tracks:
16. The Mission [Live]
17. My Empty Room [Live]

Geoff Tate – Vocais; Teclados
Chris DeGarmo – Guitarra; Violão; Sintetizador
Michael Wilton – Guitarra; Violão
Eddie Jackson – Baixo
Scott Rockenfield – Bateria; Percussão; Teclados em “Electric Requiem”

Músico adicional:
Pámela Moore – Vocais em “Suite Sister Mary”

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103,58 MB ~ VBR

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Eric Martin - Eric Martin [1985]


Após uma turnê com o ZZ Top, a Eric Martin Band (anteriormente denominada 415) encerrou suas atividades, mesmo estando em alta, tocando em grandes concertos e vendendo bem. Não demorou muito para que o vocalista Eric Martin, futuramente conhecido pelo seu trabalho no Mr. Big, investisse em uma carreira solo.

No mesmo ano do fim da EMB (1985), Martin lança seu primeiro trabalho solo, auto-intitulado. A boa recepção fez com que ficasse mais conhecido do que já era, tanto que o conduziu a montar o Mr. Big com músicos já conhecidos e renomados na cena.

Sobre o álbum, não espere nada muito parecido com o Mr. Big. Aqui, Eric Martin investe em melodias mais orientadas para o AOR, com maior notoriedade de sua bela voz e instrumental mais calmo. Os teclados exercem forte influência no andamento das canções, o que deixa o clima bem gostoso, mas nada que deixe do som uma patifaria de efeitos sintetizados.

Entre os destaques, me vejo na obrigação de citar "Can't Hold On" e belo solo de guitarra, os ótimos hard-anthems "Call Of The Wind" e "Secrets In The Dark", a super oitentista "She's Out For Blood" e a bela balada "Just One Night". Álbum sem fillers, aproveitável do início ao fim e perfeito para um dia a dois ou para afogar as mágoas. (risos)

01. Call Of The Wind
02. Pictures
03. Secrets In The Dark
04. Information
05. She's Out For Blood
06. Eyes Of The World
07. Can't Hold On
08. Finders Keepers
09. Lyin' In A Bed Of Fire
10. Just One Night

Eric Martin - vocal
Danny Kortchmar - guitarra, órgão, sopro
Steve Lukather - guitarra
Waddy Wachtel - guitarra
Randy Jackson - baixo
Michael Boddicker - teclados
Mike Mani - teclados
Billy Payne - teclados
Paul Schaffer - teclados
Stan Lynch - bateria
Jerry Marotta - bateria
Rick Marotta - bateria, percussão
Lenny Castro - percussão
Ernie Watts - sax
Herbie Herbert - backing vocals
Julia Waters - backing vocals
Kootch - backing vocals
Maxine Waters - backing vocals
Terry Wood - backing vocals

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(40,5mb ~ VBR 128-224kbps)

by Silver

Kiss - My Eggs [2002]

Como péssimo fã de Kiss que sou, aos olhos do Gene Simmons, me dou ao luxo de ter um arquivo de uma coletânea PIRATA dos caras, mas que traz uma setlist ótima, bem diferente de todas as coletâneas oficiais que SEMPRE são previsíveis, sempre com "Rock And Roll All Nite" e "Detroit Rock City", por exemplo.

E como ótimos fãs de Kiss que nós da Combe somos, trazemos esse tipo de inutilidade para agitar o seu domingo. (risos)

Em "My Eggs" não temos nada do que eu citei anteriormente, e sim uma coletânea das famosas faixas "inéditas" que saíram no "Alive II", "Killers" e "Smashes Thrashes & Hits" e ainda "Strutter '78", que saiu na coletânea "Double Platinum", "Nothing Can Keep Me From You", que fez parte da trilha sonora do filme "Detroit Rock City" e "In Your Face", B-side do disco "Psycho Circus", o que deixa a setlist ótima, pois, pelo menos pra mim, é dureza ouvir "Killers" ou "Smashes..." apenas para esperar as "inéditas". Aqui temos todas reunidas formando novas concepções sobre as mesmas e também sendo diferente, para mostrar aos menos desavisados, sem eles nem se darem conta.

Bem, como eu creio que tudo neste disco dispensa apresentações, irei aos destaques, que sem dúvidas ficam com "Nowhere To Run", "(You Make Me) Rock Hard", "Rocket Ride", "In Your Face" e com a polêmica versão de "Beth", com Eric Carr nos vocais.

Bem, se você já conhece ou até mesmo tem tudo isso, o download é bom para gravar num CD e dar praquele seu amigo cabaço que não conhece e fica falando mal. Se você não conhece, mesmo não tendo os principais clássicos da banda, aqui está uma boa iniciação também! ;D

1. I'm A Legend Tonight
2. Down On Your Knees
3. Nowhere To Run
4. Partners In Crime
5. Let's Put The X In Sex
6. (You Make Me) Rock Hard
7. Beth (Eric Carr Vocals)
8. Strutter '78
9. All American Man
10. Rock In The U.S.A.
11. Larger Than Life
12. Rocket Ride
13. Any Way You Want It
14. In Your Face
15. Nothing Can Keep Me From You

Paul Stanley - Guitarra, vocais em 1, 2, 3, 4, 5, 6, 8, 9, 13 e 15
Gene Simmons - Baixo, vocais em 10, 11 e 13
Ace Frehley - Guitarra em 8, 12 e 14, vocais em 12 e 14
Bob Kulick - Guitarra em 1, 2, 3, 4, 9, 10, 11 e 13
Bruce Kulick - Guitarra em 5 e 6, baixo em 15
Peter Criss - Bateria em 8, 9, 10, 11, 12, 13 e 14
Eric Carr - Bateria em 1, 2, 3, 4, 5 e 6, vocais em 7
Eric Singer - Bateria em 15

Download (49MB ~ 128kbps)

Bruno Gonzalez


Icarus Witch - Draw Down the Moon [2010]


Algumas bandas nos chamam a atenção apenas por uma simples descrição. Como a que Don Jamieson, do That Metal Show faz sobre o Icarus Witch: "Heavy influence of Maiden combined with good old fashioned hard rock/metal. Great musicianship!". Só isso já basta para tornar a conferida obrigatória. Mas além disso há um toque meio Doom à la Black Sabbath que dá um tempero especial. Draw Down the Moon é o terceiro trabalho desses norte-americanos, que continuam carregando a bandeira do lado mais tradicional do estilo em um país que caga e anda pro gênero faz tempo – embora tenhamos que admitir que a situação já foi bem pior em tempos recentes.

A abertura vem com a direta “Black Candles”, com Matthew Bizilla mostrando grande influência de Udo Dirkschneider em seu registro vocal. Na mesma linha segue “Aquarius Rising”, com um ótimo solo de guitarra de Quinn Lukas, esbanjando classe e bom gosto. “Reap What You Sow” segue uma linha cadenciada, lembrando até sons mais setentistas. Outros destaques vão para a climática “Dying Eyes”, a sombria “Funeral Wine” e o encerramento com uma versão para o clássico “The Ripper”, do Judas Priest, bem fiel à original.

O Icarus Witch atualmente se prepara para fazer aquilo que quinhentas mil bandas já fizeram: tocar com Paul Di’Anno em uma turnê. Pelo menos o estilo deles casa melhor que algumas bandas melódicas com as quais o ‘véio desdentado’ andou tocando ultimamente. Mas por enquanto fiquemos com esse play, que tem tudo para agradar os fãs mais saudosistas e conservadores, especialmente aqueles que gostam de levadas menos velozes, com guitarras na melhor escola Tony Iommi.

Matthew Bizilia (vocals)
Quinn Lukas (guitars)
Jason Myers (bass, keyboards)
Steve Johnson (drums)

01. Black Candles
02. Aquarius Rising
03. Reap What You Sow
04. Dying Eyes
05. Draw Down The Moon
06. Serpent In The Garden
07. Funeral Wine
08. Haunting Visions
09. The Ripper

54 MB
VBR (224~320 kbps)

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Sade - Discografia [1984 - 2010]


Depois de muitos planos e muito tempo, venho finalmente postar a discografia da minha cantora favorita, além de ser uma das minhas bandas favoritas! Agora, se você é da turma ''só ouço rock! \m/ O \m/'', nem continue e pule para o post seguinte, pois o que rola aqui é o melhor do jazz e do R&B!

Tudo bem que é uma coisa diferente aqui no blog, mas não se trata de um grupo desconhecido, muito pelo contrário! Com os hits ''Never As Good As The First Time'', ''Your Love Is King'', ''Kiss Of Life'', e claro o mega sucesso ''Smooth Operator'', Sade guiou toda uma geração de jovens e amantes... claro, amantes sim! Suas músicas são conhecidas pelo alto grau de sensualidade e bem apropriadas para aquele jantar a luz de velas com a companhia especial.

A banda inteira é excelente! Muitos dão todo o crédito para a vocalista Sade Adu, e sempre esquecem o exímio trabalho dos músicos que acompanham a cantora ao longo de sua carreira. Stuart Matthewman reveza a guitarra e o sax com maestria, criando harmonias agradáveis e levadas de sax hipnotizantes. A cozinha composta por Paul Cook, um baterista que se mostra criativo e versátil, e Paul Denman, um dos melhores baixistas que eu já ouvi na vida, com solos e um swing incomparável, deixa qualquer um de queixo caído! E para finalizar, Andrew Hale nos teclados, fornecendo um som ambiente irresistível, fazendo com que a a banda possa estar em qualquer coletânea ''Motel Love Songs'' sem muitos pestanejos.

Discografia especial para os fãs da boa música!


Diamond Life [1984]


1 - Smooth Operator
2 - Your Love Is King
3 - Hang on to Your Love
4 - Frankie's First Affair
5 - When Am I Going to Make a Living
6 - Cherry Pie
7 - Sally
8 - I Will Be Your Friend
9 - Why Can't We Live Together

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



Promise [1986]


1 - Is It a Crime
2 - The Sweetest Taboo
3 - War of the Hearts
4 - You're Not the Man
5 - Jezebel
6 - Mr Wrong
7 - Punch Drunk
8 - Never as Good as the First Time
9 - Fear
10 - Tar Baby
11 - Maureen

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



Stronger Than Pride [1988]


1 - Love Is Stronger Than Pride
2 - Paradise
3 - Nothing Can Come Between Us
4 - Haunt Me
5 - Turn My Back on You
6 - Keep Looking
7 - Clean Heart
8 - Give It Up
9 - I Never Thought I'd See the Day
10 - Siempre Hay Esperanza

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



Love Deluxe [1992]


1 - No Ordinary Love
2 - Feel No Pain
3 - I Couldn't Love You More
4 - Like a Tattoo
5 - Kiss of Life
6 - Cherish the Day
7 - Pearls
8 - Bullet Proof Soul
9 - Mermaid

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



The Best Of [1994]


1 - Your Love Is King
2 - Hang on to Your Love
3 - Smooth Operator
4 - Jezebel
5 - The Sweetest Taboo
6 - Is It a Crime
7 - Never as Good as the First Time
8 - Love Is Stronger Than Pride
9 - Paradise
10 - Nothing Can Come Between Us
11 - No Ordinary Love
12 - Like a Tattoo
13 - Kiss of Life
14 - Please Send Me Someone to Love
15 - Cherish the Day
16 - Pearls

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



Lovers Rock [2000]


1 - By Your Side
2 - Flow
3 - King of Sorrow
4 - Somebody Already Broke My Heart
5 - All About Our Love
6 - Slave Song
7 - The Sweetest Gift
8 - Every Word
9 - Immigrant
10 - Lovers Rock
11 - It's Only Love That Gets You Through

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas



Soldier Of Love [2010]


1 - The Moon and the Sky
2 - Soldier of Love
3 - Morning Bird
4 - Baby Father
5 - Long Hard Road
6 - Be That Easy
7 - Bring Me Home
8 - In Another Time
9 - Skin
10 - The Safest Place

Formação:
Sade Adu - vocal
Stuart Matthewman - guitarras e sax
Paul Denman - baixo
Andrew Hale - teclado
Paul Cook - baquetas




sueco


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Flower Travellin' Band - Made In Japan [1972]

Quem me conhece bem, sabe do desânimo que bandas de Rock Progressivo costumam me causar, mas, claro, pra toda a regra tem exceção.

E o Flower Travellin' Band é uma delas, pois mesmo tendo o som bem complexo, músicas longas e cheias de firulas, o carisma que as músicas têm são incomuns, com belíssimas letras e técnicas incríveis para a época.

Formada no Japão, no final da década de 60, influenciados por bandas como Cream, Beatles, Jefferson Airplane e Jimi Hendrix Experience, pelo produtor Yuya Uchida, sob o nome de "Yuya Uchida & The Flowers", que lançou apenas um disco falando sobre a Segunda Guerra Mundial, no ponto de vista dos orientais.

Já como Flower Travellin' Band, eles lançaram o primeiro disco "Anywhere" em 1970, com uma direção diferente da psicodelia que o The Flowers tinha, fazendo um Rockão Progressivo aos moldes do que tínhamos na época, com a adição de várias outras influências, dentre elas, o Heavy Metal, que começava a dar seus primeiros passos na época, tendo a presença de guitarras bem distorcidas e agudos bem altos do vocalista Joe Yamanaka.

E em "Made In Japan" isso tudo continua, só que com um peso maior que antes e vários sintetizadores, e a complexidade das músicas está bem mais elevada, em meio aos versos de "paz e amor" e sobre a Segunda Guerra, bem explícitas em faixas como as sugestivas "Kamikaze" e "Hiroshima".

Além delas, devo citar pérolas belíssimas como "Unaware", "Aw Give Me Air" e "Heaven & Hell".

1. Introduction
2. Unaware
3. Aw Give Me Air
4. Kamikaze
5. Hiroshima
6. Spasms
7. Heaven & Hell
8. That's All

Joe Yamanaka - Vocais
Hideki Ishima - Guitarra, sítara
Jun Kozuki - Baixo
George Wada - Bateria

Download (48MB ~ 192kbps)

Bruno Gonzalez


Blaze Bayley - Promise and Terror [2010]


A expectativa era imensa. Desde que lançou The Man Who Would Not Die, simplesmente um dos melhores discos de Heavy Metal nos últimos anos, a vida de Blaze Bayley passou por momentos dramáticos. A perda de sua esposa Debbie de maneira repentina parecia que ia mais uma vez afundar a carreira do vocalista, já que ela foi a responsável por recuperá-lo de seus problemas, especialmente o alcoolismo, que tanto o prejudicou em tempos recentes. Mas Blaze mostrou-se um gigante, usando a música para amenizar a tristeza. Poucos meses depois da tragédia, resolveu sair em turnê, lançando um DVD ao vivo posteriormente.

Eis que, mais uma vez, Bayley mostra sua competência, ainda pouco reconhecida, especialmente pelo fato de o Iron Maiden contar com uma ala de fãs debilóides que o crucificaram definitivamente depois de sua passagem pela banda. Se esses retardados mentais ouvissem o que ele fez até aqui veriam como se faz um Metal de extremo bom gosto na atualidade, ao contrário de Steve Harris e seus camaradas, que se repetem exaustivamente disco após disco, justamente por saber que possuem uma parcela de fanáticos que os supervaloriza independente do que lançarem. É mais ou menos como o caso do marido corno que sabe que a esposa ta metendo chifre, mas prefere fazer de conta que não vê e briga com quem falar.

Mas enfim, vamos ao que interessa. “Watching the Night Sky” abre o trabalho do jeito que o headbanger gosta. Levada rápida, riffs estourando os alto-falantes e melodia grudenta. Perfeita para abrir os shows. Pra não deixar o clima esmorecer, “Madness and Sorrow” vem na seqüência acelerando o ritmo ainda mais, promovendo o bate-cabeça e a pancadaria até para quem vai ouvir o play sentado na frente do computador. “1633” tem uma intro matadora no baixo e descamba para uma levada que chega a lembrar Metallica/Megadeth das antigas. “God of Speed” começa de maneira lenta e vai crescendo até uma batida empolgante, permeada por guitarras fantásticas e um encerramento à la Fórmula-1 no retão. Recém quarta faixa e a loucura já toma conta.

Mas a adrenalina não diminui, com “City of Bones”, naquela pegada típica do Metal britânico, com uma bateria que mais parece um tanque de guerra. “Faceless” retoma o pique das duas primeiras. Música rápida, curta e fácil de decorar. Variações rítmicas são mais perceptíveis em “Time to Dare”, que conta com a frase que dá nome ao trabalho. “Surronded By Sadness” é uma balada acústica até a metade, extremamente melancólica, soando como uma história dos últimos anos da vida de Blaze. Ela é emendada em “The Trace of Things That Have No Words”, que retoma o peso, mantendo uma seqüência melódica bem interessante. “Letting Go of the World” chega a lembrar algo do The X-Factor na primeira parte, enquanto “Comfortable in Darkness” fecha as cortinas nessa mesma linha.

Em comparação com seu antecessor, Promise and Terror retoma um caminho mais tradicional, enquanto The Man... contava com mais influências do Heavy Metal atual – cortesia do sempre marcante Andy Sneap. Mas o que interessa é que ambos são excelentes, cada um à sua maneira. Dignos representantes de quem mandou um foda-se para a indústria e resolveu apostar naquilo que sabe fazer de melhor a repetir fórmulas e encher os bolsos – lembraram alguém? Aqui a prioridade é a música de bom gosto, feita por músicos que realmente entendem do assunto. Aliás, é preciso ressaltar que a banda também merece todos os elogios possíveis, instrumentistas exímios.

Mais uma vez, Blaze mostra toda sua competência e talento ao mundo. Quem ainda não conferiu, tem mais uma chance de se redimir dessa grave falha aqui. Ou continue sendo o corninho manso do titio Steve e suas composições enroladoras, repetitivas e longe daquilo que o transformou em uma das figuras mais respeitadas do estilo há décadas. Promise and Terror é sério candidato a aparecer em qualquer lista de melhores do ano. Mesmo estando recém em fevereiro, afirmo isso sem medo de errar. Um soco na cara bem dado de quem o deu como morto para o Metal desde sua demissão da Donzela de Ferro.

Blaze Bayley (Vocals)
Jay Walsh (Guitars)
Nico Bermudez (Guitars)
David Bermudez (Bass)
Lawrence Paterson (Drums)

01. Watching The Night Sky
02. Madness And Sorrow
03. 1633
04. God Of Speed
05. City Of Bones
06. Faceless
07. Time To Dare
08. Surrounded By Sadness
09. The Trace Of Things That Have No Words
10. Letting Go Of The World
11. Comfortable In Darkness

127 MB
320 kbps

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Bret Michaels - Nothing to Lose [2010]


Uma música. Nem há muito o que dizer, exceto que mais uma vez Bret Michaels explicita suas influências Country e disponibiliza esse single aos fãs. A fórmula é aquela da música triste acompanhada por uma levada acústica por uma guitarra chorosa ao fundo. Música calma, aqueles rockinhos pra mostrar pra vó. Mas ainda assim, com qualidade. Enquanto não vem nada novo do Poison, vai matar a sede dos fãs mais fanáticos.

EDIT: Consertei o link. Como diria Cid Moreira, desculpe a nossa falha.

01. Nothing to Lose

8 MB
320 kbps

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Road to Ruin – S/T [2007]

O Road to Ruin surgiu em 2005 após Lars Chriss e Sampo Axelsson (guitarrista e baixista/tecladista do Lion’s Share respectivamente) decidirem gravar um álbum no estilo das bandas clássicas do Hard Rock que cresceram ouvindo. O baterista Thomas Broman (Electric Boys, Glenn Hughes, Hughes-Turner Project, John Norum etc.) comprou a idéia. Com a parte instrumental gravada, o trio entrou em contato com o vocalista Matti Alfonzetti (Bad Society, Jagged Edge UK etc.) que contribuiu escrevendo todas as letras, além de prontamente ter topado cantar.

O resultado de quase dois anos de investimento pode ser conferido aqui, no CD auto-intitulado do grupo lançado em 2007. Prepare-se para uma viagem aos anos 70/início dos anos 80 através de canções que remetem a monstros como Whitesnake, Thin Lizzy, Led Zeppelin, Deep Purple e Black Sabbath, mas sem deixarem a modernidade de lado, satisfazendo as preferências musicais tanto dos papais quanto dos seus filhinhos, hehe. Sem destaques. 40 minutos absolutamente impecáveis!

01. The Only One
02. Pale Rider
03. Face of an Angel
04. Pleasure and Pain
05. For Your Soul
06. Walk the Line
07. Thorn in My Side
08. Crawling
09. Until I See the Sun

Matti Alfonzetti – Vocais
Sampo Axelsson – Baixo
Lars Chriss – Guitarra
Thomas Broman – Bateria

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66,53 MB ~ VBR

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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Aerosmith - Permanent Vacation [1987]


Após o conturbado período sem Joe Perry e Brad Whitford, eis que ambos regressaram ao Aerosmith em 1984, tendo em vista o fracasso de vendas que foi "Rock In A Hard Place". Comemoraram a volta com uma turnê, intitulada "Back In The Saddle Tour", e com um novo lançamento, "Done With Mirrors", que era pra ser a digna volta do Aerosmith. Mas mesmo assim continuaram com problemas, causados pelas drogas, além do play ter sido um fracasso comercial.

Felizmente, os integrantes tomaram vergonha na cara e foram tratar dos problemas e, juntamente da oportunidade que apareceu de fazer um dueto de "Walk This Way" com o Run D.M.C., que fez um baita sucesso e levou o Aerosmith ao topo novamente, aproveitaram o momento para gravar um novo álbum, sóbrios e com um empurrãozinho dos amigos rappers.

E assim "Permanent Vacation" foi concebido, tendo seu processo de gravação realizado no primeiro semestre de 1987 e seu lançamento em setembro do mesmo ano. Agora sim estamos falando de uma verdadeira volta do Aerosmith, pois não basta voltar a tocar juntos, tem que mostrar serviço, algo que o grupo nunca negou nos dias de glória.

Embarcando de vez nos anos 1980, "Permanent Vacation" leva aquela farofa oitentista que acabou estando presente em futuros lançamentos. Isso marca uma leve mudança no som, porque todos sabem que o som do Aerosmith é atemporal e sempre soará como os cinco rapazes de Boston fazendo rock n' roll bem feito porém descompromissado.


A essência continua a mesma: as guitarras maravilhosas de Brad Whitford e Joe Perry, bebendo nas fontes do Blues e do The Rolling Stones, o baixo forte e presencial de Tom Hamilton, a bateria mais do que excelente de Joey Kramer (que aqui, ao meu ver, atingiu o seu ápice de precisão) e a voz excelente de Steven Tyler, que dispensa quaisquer comentários.

A diferença é que, a partir deste disco, o Aerosmith passou a ter compositores profissionais em algumas faixas. Aqui, tem-se o excelente Desmond Child em "Heart's Done Time", "Angel" e "Dude (Looks Like A Lady)"; Jim Vallance em "Magic Touch" e "Hangman Jury"; e Holly Knight em "Rag Doll". Além disso, como já dito, a sonoridade ficou com uma cara mais oitentista e, como prova disso, tem-se a balada "Angel" e a divertida "Dude (Looks Like A Lady)"

Como prova da qualidade, "Permanent Vacation" já ultrapassou as 5 milhões de cópias vendidas, sendo que um milhão dessas foram limadas das prateleiras logo nos três meses seguintes ao lançamento. Além disso, emplacou hits como "Angel", "Dude (Looks Like A Lady)" e "Rag Doll", que atingiram as posições de número 3, 14 e 17, respectivamente, nas paradas americanas, e rendeu uma turnê bem sucedida, que girou pelos Estados Unidos, parte do Canadá e Japão e contou com o Guns N' Roses como ato de abertura em algumas pernas.

Além dos hits citados no parágrafo anterior, me vejo na obrigação de destacar pérolas como "Magic Touch", "Hangman Jury", "Heart's Done Time" e o magnífico cover "I'm Down", do The Beatles. Definitivamente "Permanent Vacation" é um clássico!

01. Heart's Done Time
02. Magic Touch
03. Rag Doll
04. Simoriah
05. Dude (Looks Like A Lady)
06. St. John
07. Hangman Injury
08. Girls Keep Coming Apart
09. Angel
10. Permanent Vacation
11. I'm Down
12. The Movie

Steven Tyler - vocal, gaita, percussão
Joe Perry - guitarra, pedal steel em 3, backing vocals
Brad Withford - guitarra
Tom Hamilton - baixo
Joey Kramer - bateria

Músicos adicionais:
Drew Arnott - mellotron
Henry Christian - trompete
Bruce Fairbairn - trompete, violoncelo, backing vocals
Scott Fairbairn - violoncelo
Mike Fraser - plunger mute
Tom Keenlyside - clarinete, saxofone tenor
Margarita Horns - instrumentos de sopro
Ian Putz - saxofone barítono
Morgan Rael - tambor de aço
Bob Rogers - trombone
Jim Vallance - órgão
Christine Arnott - voice-over em 12

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(72,8mb ~ 192kbps)

by Silver

Black Drawing Chalks - Life Is A Big Holiday To Us [2009]

Olá estimados Combers, eu estou voltando a andar nessa kombi que é a Combe (rs) e trago pra vocês um discaço de rock'n'roll de verdade direto da minhas terras-médias: Life Is a Big Holiday For Us, da banda goiana Black Drawing Chalks.

Os distintos rapazes tiveram aquela típica epifania de monstar uma banda quando cursavam a faculdade de design gráfico, onde o batera Douglas de Castro e o guitarrista e vocalista Victor Rocha faziam parte de um estúdio e chamaram o baixista Denis de Castro, irmão de Douglas, pra fazer parte do set. Inicialmente, havia o vocalista Marco Bauer, que com Victor dividia os vocais, porém Bauer sai, Victor assume os vocais e o guitarrista Renato Cunha entra na jogada dividindo os vocais com Victor. O primeiro album, Big Deal [2007], foi extremamente bem elogiado e isso rendeu shows ao lado de bandas como Nashville Pussy e Motörhead mas, com Life Is a Big Holiday For Us, além de ser um disco de uma banda notávelmente madura, firmou o nome da banda no Brasil e no mundo.

Abrindo a bolacha, já vem a porrada ''My Favorite Way'', que virou clipe e mostra bem a característica do grupo no que tange as suas influências, stoner, alternativo, hard rock, (insira nome aqui), etc. A sacana ''Free From Desire'' cria uma ponte legal com a vinheta ''My Radio'', e o barco segue com a excelente ''Girl I've Come For You'', a boa ''Finding Another Road'' e a comédia de ''Don't Take My Beer''. De resto, destaco a poética-lisérgica ''Magic Travel'' e o final maneiro com ''Living Home''.

Além de ter uma capa linda, a mistura dos negos do Black Drawing Chalks é certeira, uma das melhores bandas do país.
Ótimo download!

Tracklist:
01 - My Favorite Way
02 - Free From Desire
03 - My Radio
04 - The Legend
05 - Girl I've Come To Lay You Down
06 - Finding Another Road
07 - I'm A Beast, I'm A Gun
08 - Don't Take My Beer
09 - Precious Stone
10 - Magic Travel
11 - Leaving Home

Line-up:
Victor Rocha - Guitarra, vocal
Renato Cunha - Guitarra, backing vocal
Douglas de Castro - Bateria
Denis de Castro - Baixo

Download: Black Drawing Chalks - Life Is A Big Holiday For Us [2009]

By Alvaro Corpse